Batismo

A Pastoral do Batismo é um serviço de apoio, incentivo e colaboração que a Comunidade Paroquial oferece aos pais, na sua missão de primeiros e principais educadores de seus filhos. (DPLS 07). Procura abrir caminhos e espaços, integrando e promovendo a participação das famílias na vida e missão da Igreja para bem educarem seus filhos na fé cristã católica. (DPLS 08)

I. A inscrição para o Batismo: Sempre após as Missas no Plantão do Dízimo

II. Encontro de preparação: Terceiro sábado de cada mês, às 19h30, no Centro Pastoral

III. Temas catequéticos do encontro:

– A pessoa de JESUS CRISTO (sua vida, sua prática e sua missão), anunciada como uma boa notícia;

– O valor dos SACRAMENTOS, sinais eficazes da graça de Deus e principais meios de santificação por vontade divina, com um enfoque maior para o Sacramento do Batismo, necessário para a salvação e para a inserção, como pessoa, na Comunidade eclesial católica;

– Sacramentos da Iniciação Cristã: Batismo, Confirmação e Eucaristia.

– Sacramentos da Cura: Penitência e Unção dos Enfermos

– Sacramentos a Serviço da Comunhão e da Missão: Ordem e Matrimônio

– Cuidadosa explicação dos RITOS BATISMAIS e do seu profundo significado para a vida cristã;

– Necessidade e importância da participação dos pais na COMUNIDADE eclesial, que se vivencia na Comunidade paroquial.

IV. A celebração do Batismo

Quarto domingo de cada mês às 10 horas.

V. Padrinhos

– Para ser admitido à função de padrinho ou madrinha, é necessário que tenha completado dezesseis anos, seja católico, tenha recebido a Confirmação e a Eucaristia, leve uma vida de acordo com a fé cristã católica e com o múnus que vai desempenhar e não esteja incurso em nenhuma penalidade canônica. (DPLS 64)

– Os pais do batizando não podem assumir o múnus de padrinho ou madrinha. (DPLS 66)

VI. Validade do Batismo nas outras igrejas

A Igreja Católica em relação ao Batismo celebrado em outras Igrejas no Brasil, considera:

1. Diversas Igrejas batizam, sem dúvida, validamente; por esta razão, um cristão batizado numa delas não pode ser normalmente rebatizado, nem sequer sob condição. Essas Igrejas são:

a. As Igrejas Orientais  (“ortodoxas” que não estão em comunhão plena com a Igreja Católica romana, das quais, pelo menos, seis se encontram presentes no Brasil);
b. Igreja Vétero-Católica;
c. Igreja Episcopal do Brasil (“Anglicanos”);
d. Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB);
e. Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB);
f. Igreja Metodista.

2. Há diversas Igrejas nas quais, embora não se justifique nenhuma reserva quanto ao rito batismal prescrito, contudo, devido à concepção teológica que têm do Batismo – por exemplo, que o Batismo não justifica e, por isso, não é tão necessário – alguns de seus pastores, segundo parece, não manifestam sempre urgência em batizar seus fiéis ou em seguir exatamente o rito batismal prescrito: também nesses casos, quando há garantias de que a pessoa foi batizada segundo o rito prescrito por essas Igrejas, não se pode rebatizar, nem sob condição. Essas Igrejas são:

a. Igrejas Presbiterianas;
b. Igrejas Batistas;
c. Igrejas Congregacionistas;
d. Igrejas Adventistas;
e. A maioria das Igrejas Pentecostais
· (Assembleia de Deus, Congregação Cristã do Brasil, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Deus é Amor, Igreja Evangélica Pentecostal “O Brasil para Cristo”);
f. Exército da Salvação
· (este grupo não costuma batizar, mas quando o faz, realiza-o de modo válido quanto ao rito).

3. Há Igrejas de cujo Batismo se pode prudentemente duvidar e, por essa razão, requer-se, como norma geral, a administração de um novo Batismo, sob condição. Essas Igrejas são:

a. Igreja Pentecostal Unida do Brasil
· (essa Igreja batiza apenas “em nome do Senhor Jesus” e não “em nome da Santíssima Trindade”);
b. Igrejas Brasileiras
· (embora não se possa levantar nenhuma objeção quanto à matéria ou a forma empregadas pelas “Igrejas Brasileiras”, contudo pode-se e deve-se duvidar da intenção de seus ministros);
c. Mórmons
· (negam a divindade de Cristo, no sentido autêntico e, consequentemente, o seu papel redentor).

4. Com certeza batizam invalidamente:

a. Testemunhas de Jeová porque negam a fé na Trindade;
b. Ciência Cristã porque o rito que pratica, sob o nome de Batismo, tem matéria e forma certamente inválidas;
c. Algo semelhante se pode dizer de certos ritos que, sob o nome de Batismo, são praticados por alguns grupos religiosos não cristãos, como a Umbanda.

VII. Simbologia do Batismo

A cruz é o sinal da nossa ligação com Jesus Cristo. Devemos lembrar que foi através da cruz redentora de Jesus que nos reconciliamos com o Pai.

Anúncio da Palavra de Deus: É através da Bíblia que conhecemos a vontade de Deus. A Bíblia orienta como devemos educar nossos filhos a viver como verdadeiros cristãos.

Unção com óleo dos Catecúmenos: Assim como a pomada passada no peito penetra no corpo e cura a enfermidade física, o óleo representa a força de Deus que irá purificar e fortalecer a alma.

A Água: De todos os símbolos do batismo a água tem um destaque especial. A água é sinal de vida, a água limpa, a água é sinal de prosperidade. A água que é fonte de vida, também é sinal de destruição. Mergulhar na água significa deixar para trás tudo que é impuro, e renascer como uma nova criatura.

Unção com o óleo do Crisma: Os profetas e reis no Antigo Testamento eram ungidos com óleo para que fossem reconhecidos como os escolhidos de Deus. Assim também o gesto de ungir o batizando, significa dizer que ele faz parte do povo de Deus.

Veste Branca: Na Igreja primitiva após a cerimônia de batismo, era entregue ao batizado uma túnica branca deixando claro que agora ele era uma nova pessoa, “revestida de Cristo”.

Vela acesa: Caracteriza que a criança agora participa de um Reino de luz. Jesus disse: Eu sou a luz do mundo, aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.